O ministro da Economia, Paulo Guedes, sairá de férias por 22 dias (18 de dezembro a 8 de janeiro), enquanto a agenda econômica segue estagnada e esvaziada por desacertos políticos. A autorização foi dada pelo presidente Jair Bolsonaro e publicado pela Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (11). Vale lembrar que anteriormente, Guedes, apontou que as eleições municipais deveriam ser encerradas para que a agenda econômica fosse retomada.
Na segunda-feira (7), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cobrou o ministro sobre o andamento das reformas: “Vamos acabar com as desculpas”. Há indícios que Guedes anda muito descontente com a guinada populista de Bolsonaro e que não teria saído do governo em nome de seus compromissos com os apoiadores da pauta liberal.

