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Guaidó e Maduro dizem ter apoio das Forças Armadas

A crise institucional da Venezuela ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (30). Pela manhã, o presidente autoproclamado do país, Juan Guaidó, afirmou que tinha recebido o apoio dos militares e convocou o povo para ir às ruas e derrubar o governo de Nicolás Maduro. O líder da Assembleia Nacional chegou a batizar o movimento de “Operação Liberdade”, mas não conseguiu o apoio de todas as Forças Armadas. O dia foi marcado por uma série de confrontos entre a Guarda Nacional, leal a Maduro, e manifestantes da oposição, que deixaram pelo menos 57 pessoas feridas. Em um dos momentos mais críticos do levante, tanques do governo venezuelano chegaram a atropelar um grupo de manifestantes. Maduro garante que conta com a lealdade da cúpula militar. Embaixador venezuelano na ONU, Samuel Moncada disse que o governo conseguiu impedir a “tentativa de criar uma guerra civil” no país.

Por que é importante

Na visão das Forças Armadas do Brasil, a oposição venezuelana não conseguiu o apoio da cúpula militar

Quem ganha

O ditador Nicolás Maduro, que segue no poder

Quem perde

Guaidó, que ainda não conseguiu derrubar o regime bolivariano

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