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Governo e partidos podem cancelar recesso para votar projetos

A urgência pela aprovação de reformas, que acabaram atrasadas pelo adiamento das eleições por causa da pandemia podem ser compensadas por um grande – e atípico – esforço legislativo. Governo e parlamentares da base aliada negociam o cancelamento do recesso de janeiro para tirar emendas consideradas fundamentais da fila. O calendário foi prejudicado, deixando só três semanas para as votações após os pleitos.

Como há riscos potenciais, o governo negocia com os partidos e com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), maneiras de evitar percalços e a “intromissão” de pautas prejudiciais ou derrotas.

Estão na lista:

  • Teto de gastos – a proposta de manutenção do teto de gastos em 2021, por meio de uma Emenda à Constituição (PEC) Emergencial;
  • Programa social – a PEC do teto também pode incluir as fontes de financiamento do Renda Cidadã ou Renda Brasil;
  • Orçamento 2021 – diante do risco de atraso na votação este ano, já que a comissão mista nem foi instalada ainda, a intenção é evitar mais atrasos.

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