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Governo deve ceder nas regras de transição da reforma, defende relator

O relator da reforma da Previdência na Câmara, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), disse nesta segunda-feira (5) que é muito melhor o governo ceder nas regras de transição nas negociações para angariar apoio à proposta, ressaltando que os pontos inegociáveis são apenas dois: o estabelecimento de uma idade mínima e regime único para servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada. “É muito mais importante a gente se preocupar com as regras permanentes do que ficar fazendo briga e confusão e exigências nas regras transitórias”, afirmou. O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, defendeu que um texto definitivo da reforma da Previdência seja apresentado já nesta semana para ajudar no esclarecimento dos deputados. O relator, no entanto, apontou que a emenda aglutinativa só poderá ser apresentada oficialmente no momento de discussão do projeto em plenário.

Por que é importante

A votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) está marcada para a semana de 19 de fevereiro na Casa, mas o próprio governo admite que, por ora, não conta com apoio necessário para fazê-la avançar. Depois de aprovada em dois turnos na Câmara, a PEC ainda precisará passar por rito semelhante no Senado

Quem ganha

Parlamentares indecisos. Novos afrouxamentos podem ser feitos dentro do esforço do governo de tentar garantir os 308 votos necessários

Quem perde

O governo. O relator avaliou que o texto dificilmente terá condições de ser aprovado se não for votado até o fim de fevereiro na Câmara

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