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“Estou sendo linchado politicamente”, diz Witzel

O governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), usou as redes sociais no domingo (31) para se defender das acusações de corrupção. Witzel afirmou estar sendo alvo das investigações por “contrariar interesses poderosos” e questionou o acordo de delação premiada de Edmar Santos. O governador ainda chamou seu ex-secretário de Saúde de “traidor”. “Estou sendo linchado politicamente por contrariar interesses poderosos. Não descansarei até demonstrar que fui enganado e provar minha inocência”, publicou no Twitter. “Enquanto foram encontrados R$ 8,5 milhões em espécie com o delator, o ex-secretário Edmar, em minha casa nada foi achado, salvo contratos com notas fiscais emitidas. Ainda assim, o MPF resolveu considerá-los ‘propina’. Ainda nem deu tempo para a defesa provar que o único ato praticado por mim em relação à Unir contrariou interesses espúrios do delator, mas já fui punido com o afastamento do cargo. Tão logo soube das irregularidades, afastei os envolvidos. Não posso responder por atos de terceiros que tenham agido de má-fé. Jamais compactuei com os atos de corrupção patrocinados pelo ex-secretário Edmar. Ele traiu a todos nós e, pelas investigações, já vinha sendo corrupto desde 2016”, completou. Witzel foi afastado do cargo por determinação do Superior Tribunal de Justiça, inicialmente por 180 dias, por suspeitas de irregularidades em contratos na área da Saúde.

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