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Estados temem atrasar salários de servidores

Com o projeto de socorro a estados e municípios em renegociação pelo governo junto ao Senado, há risco de atraso nos salários do funcionalismo e de fornecedores no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Goiás e Piauí. Os governo estaduais alegam que os recursos são insuficientes diante das perdas acentuadas de receitas.

A proposta da Câmara dos Deputados, que obrigaria a União a cobrir integralmente a queda na arrecadação de ICMS (nos estados) e de ISS (nos municípios), enfrenta a contrariedade do Ministério da Fazenda, que não deseja repassar um “cheque em branco” para governadores e prefeitos. Não haveria como manter o teto de gastos no futuro.

Paulo Guedes defende valores fixos para os governos. E só aceitaria repasses maiores se compensados com o congelamento dos salários de servidores por dois anos. O pacote mais recente do governo prevê R$ 77,5 bilhões, sendo R$ 37,4 bilhões em suspensão de dívidas com a União e bancos públicos. Outros R$ 19 bilhões seriam enviados aos estados, boa parte em forma de recursos livres. A briga se desenrola há um mês.

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