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Episódio envolvendo Alvim preocupou área econômica

Antes de demitir Roberto Alvim da Secretaria Especial da Cultura, em função de um pronunciamento com referências nazistas, o presidente Jair Bolsonaro ouviu diversos aliados e integrantes do governo. Segundo a coluna da Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o presidente recebeu uma ligação do embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, expressando incômodo com o discurso de Alvim e defendendo a exoneração dele. Às vésperas da abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o agravamento da situação e o risco de uma repercussão internacional ampla também preocuparam a área econômica do governo. De acordo com o colunista Josias de Souza, do UOL, a equipe do ministro Paulo Guedes indicou que a possibilidade de manter o secretário no cargo poderia contaminar a agenda brasileira no evento. O receio era que as medidas econômicas que estão sendo implantadas no país ficassem em segundo plano, perdendo protagonismo para os questionamentos sobre o episódio.

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