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Em carta a Dodge, Temer questiona inclusão em inquérito

O presidente Michel Temer encaminhou nesta quinta-feira (8) uma carta à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, questionando a inclusão de seu nome em um inquérito que apura repasses da Odebrecht ao PMDB. De acordo com o blog da jornalista Andréia Sadi, no G1, Temer enviou artigos jurídicos para argumentar contra a decisão. No entendimento do presidente, ele não pode ser investigado por fatos anteriores ao mandato. “Reitero que o objetivo é meramente acadêmico já que não me insurgirei contra o despacho dado pelo ministro Fachin acolhendo sua postulação. E de logo registro que respeito e respeitarei sempre as suas manifestações já que, tenho absoluta certeza, são guiadas pela sua convicção jurídica”, escreveu Temer.

Por que é importante

O ministro Edson Fachin, do STF, acatou pedido da PGR e autorizou a inclusão de Temer no inquérito que apura se o PMDB recebeu dinheiro ilícito da Odebrecht para financiar campanhas nas eleições de 2014

Quem ganha

O MPF. Prevaleceu o entendimento de que a investigação contra o presidente pode avançar, ainda que ele poderá ser denunciado somente após deixar o cargo

Quem perde

Aliados alertaram Temer de que ele poderia estar "passando recibo" enviando a carta

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