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Debate sobre financiamento do Renda Cidadã pode ficar para depois das eleições

O governo enfrenta um impasse depois da repercussão negativa no mercado financeiro do anúncio no início da semana de que o Renda Cidadã, programa social para substituir o Bolsa Família, poderia ser turbinado com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e verbas destinadas ao pagamento de precatórios. Diante das críticas e os temores entre os investidores de o teto de gastos ser furado, comprometendo o cenário fiscal, o ministro da Economia, Paulo Guedes, descartou a segunda possibilidade. Apesar disso, segundo o blog da Andréia Sadi, no G1, uma ala política da base governista defendeu o envio da proposta ao Congresso e que o debate para a definição sobre o financiamento do programa fique para depois das eleições municipais. O cálculo é que seria inviável tomar uma decisão impopular às vésperas do pleito, já que muitos parlamentares são candidatos ou têm aliados nas disputas. Entre as opções já sugeridas pela equipe econômica – que enfrentam resistência do presidente Jair Bolsonaro – estão a criação de um imposto sobre transações digitais, nos moldes da antiga CPMF, e a revisão de outros benefícios existentes.

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