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De olho em Jair Bolsonaro, Patriota recebe a filiação do senador Flávio

Senador pelo Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro (imagem) assinou sua filiação ao Patriota na tarde desta segunda-feira (31), após deixar o Republicanos em 26 de maio. Agora, membros de seu novo partido esperam que o presidente Jair Bolsonaro, sem legenda, acompanhe o filho mais velho. Bolsonaro pai deixou o PSL em 2019, logo após ser eleito, por rivalidades com o presidente da sigla, o deputado federal Luciano Bivar (PE).

As negociações entre Jair Bolsonaro e o Patriota expuseram divergências internas. O presidente da legenda, Adilson Barroso, ex-deputado federal e ex-vereador de Barrinha, na Bahia (acima, ao lado de Flávio), é um defensor da filiação do chefe do Executivo brasileiro, mas com uma condição. “Por causa da amizade, sem pedir uma bala”, disse, se referindo ao desejo que os Bolsonaro têm de assumir o controle do Patriota – ou de qualquer outra agremiação a qual o presidente do Brasil venha a se filiar.

A ala contrária é liderada pelo deputado Fred Costa (MG) e Ovasco Roma, vice-presidente do Patriota, que estudam um recurso para evitar a filiação e argumentam que o conselho nacional do partido preferiria que não lançar candidatura própria ao Planalto em 2022. Em 2018, o partido foi representado no pleito por Cabo Daciolo, levando 1,26% dos votos.

Jair Bolsonaro também tentou se reaproximar do PSL, além do PRTB, que era controlado por Levy Fidelix, falecido em abril. O PP e o PTB também estariam interessados, mas sem propostas oficiais. A vantagem está com o Patriota.

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