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Crusoé denuncia negociatas da primeira-dama

Mais uma denúncia atinge o governo Bolsonaro. Dessa vez, o alvo é a primeira-dama, Michelle Bolsonaro (imagem). De acordo com a edição da revista Crusoé desta sexta-feira (1°), ela teria agido pessoalmente para favorecer empresas de adeptos dos preceitos bolsonaristas, como o negacionismo das vacinas.

A revista runiu documentos que mostram que empréstimos por meio do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) foram liberados pela Caixa Econômica Federal depois que ela conversou com o presidente da instituição, Pedro Guimarães. A primeira-dama também teria de enviado e-mails com uma lista de indicados aos benefícios bancários – privilégios que só alguém com poder palaciano poderia oferecer, mas não deveria.

A lista de empresas foi descoberta durante uma auditoria. Ao analisar processos de concessão de empréstimos, uma equipe da Caixa identificou que algumas empresas tinham sido indicadas pela sigla PEP (acrônimo em inglês para pessoa exposta politicamente), que dê acordo com estratégia de combate à corrupção do Ministério da Justiça, classifica gente que é ou foi próxima do núcleo do poder ou que tenham mantido relações profissionais com o governo. Ao checar, a equipe chegou ao gabinete da primeira-dama.

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