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Bolsonaro diz que não cogitou demitir Moro: “Fake news”

O livro “Tormenta”, da jornalista Thaís Oyama, narra que o presidente Jair Bolsonaro cogitou a demissão do ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) no segundo semestre do ano passado. Bolsonaro teria ficado irritado com a posição de Moro, de ter procurado o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, para questionar a liminar que barrava temporariamente investigações com base em dados do Coaf, como a que mirava o senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente. Conforme a publicação, coube ao general Augusto Heleno, ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), convencer o presidente de que Moro deveria permanecer no cargo. Ao ser questionado nesta terça-feira (14), Bolsonaro desmentiu o episódio.

“Vocês têm uma colega que fez um livro que leu meu pensamento. Acho que não tenho que conversar com vocês, é só escrever o que você achar. O livro é fake news, mentiroso e não vou responder sobre o livro”, disse a jornalistas na saída do Palácio da Alvorada.

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