Segundo a CNN Brasil, o presidente Jair Bolsonaro teria hoje afirmado a parlamentares que o secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, não será o próximo Ministério da Educação. “Está fora e não tem ninguém ainda”, seria a frase do presidente aos congressistas.
Um dos pecados de Renato Feder teria sido uma ligeira incongruência em seu currículo – e uma proximidade exagerada com o Centrão, que também haveria incomodado o núcleo duro do Planalto. Mas o nome do secretário estaria sob pressão desde que ganhou as manchetes há poucos dias, pois não seria do agrado nem dos militares próximos a Bolsonaro ou dos chamados olavistas, incluindo os filhos do presidente.
É quase impossível encontrar um nome que agrade às duas vertentes que são próximas de Bolsonaro. Mas quando ficou claro que Feder era um nome bombardeado pela totalidade de seus assessores mais próximos, Bolsonaro resolveu desistir do convite. Agora, depois de dois fiascos em dez dias, o presidente terá de decidir novamente que corrente irá agradar. Outra possibilidade, insistir em aborrecer generais e os seguidores de Olavo de Carvalho ao mesmo tempo, está por enquanto descartada.
