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Bill e Melinda Gates doam US$ 250 milhões à OMS

Na semana em que o presidente Donald Trump anunciou que cortará o financiamento do governo americano para a Organização Mundial de Saúde (OMS) em US$ 400 milhões, a Fundação Bill e Melinda Gates decidiu ampliar suas doações à entidade para US$ 250 milhões. O anúncio repercutiu nos Estados Unidos, mostrando que a atitude de Trump desagradou seus pares em fortuna em um momento que a pandemia cresce descontroladamente naquele país. Os EUA direcionam à OMS cerca de US$ 900 milhões por ano, perfazendo quase 15% do orçamento. Logo atrás vem a fundação do bilionário casal Gates, com quase 10%.

Mark Suzman, diretor executivo da organização filantrópica, alfinetou: “É lícito que os interesses e necessidades nacionais sejam atendidos e que os governos não negligenciem seus próprios cidadãos. Mas agora todos precisamos unir esforços globais e para enfrentar esta crise”. Melinda Gates foi mais firme: “Parar de financiar a OMS não faz absolutamente nenhum sentido durante uma pandemia. Precisamos de uma resposta global coordenada. Em uma crise como esta, tudo está em jogo. É um gesto muito perigoso”. Bill e Melinda Gates são acionistas da Microsoft, gigante da informática fundada por ele e colegas em 1975. A empresa foi protagonista da revolução digital global. A fortuna de ambos está avaliada em quase US$ 100 bilhões.

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