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Aprovação de Temer deveria estar em 20% e não 6%, diz UBS

Aprovação de Temer deveria estar em 20% e não 6%, diz UBS

Em relatório divulgado a clientes, o banco suíço UBS afirmou que a taxa de popularidade do governo de Michel Temer não condiz com os indicadores econômicos. De acordo com última pesquisa do Datafolha, 6% dos brasileiros consideram a administração Temer boa ou ótima – número mais baixo desde a redemocratização. Segundo um modelo do banco suíço, que leva em conta variáveis como nível de confiança do consumidor, taxa de câmbio e inflação, entre outros, a aprovação deveria estar em torno de 20%.

De acordo com o UBS, quatro fatores ajudam a explicar essa diferença: a taxa de desemprego, ainda elevada (em torno de 12%); a agenda do governo dominada por reformas impopulares, como a previdenciária e a trabalhista; as notícias negativas do campo político, vindas de denúncias; e o processo de impeachment da presidente Dilma, que colocou Temer no Palácio do Planalto. O banco projeta que, em algum momento, a taxa de aprovação deve subir, seguindo a melhora da economia. Mas deixa incerto a respeito da magnitude e se ocorrerá a tempo de impulsionar o candidato do governo na eleição presidencial.

Por que é importante
Consciente de sua baixa popularidade e do caráter transitório do seu governo, Temer tentou emplacar uma agenda reformista impopular. Mas as delações de Joesley Batista, da JBS, arranharam sua imagem e minaram as chances de as reformas passarem no Congresso. Também contribuiu para isso o baixo poder de comunicação do governo
Quem ganha
A oposição, que aproveita a baixa popularidade do governo para travar as reformas no Congresso
Quem perde
Temer e pré-candidatos ligados ao seu grupo, como o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia

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