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Após intervenção, Pezão diz que encerra carreira política

A intervenção federal na segurança pública no Rio de Janeiro deve marcar o fim da carreira política do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (MDB). Ao ser questionado durante entrevista no Palácio do Planalto sobre a consequência da intervenção para ele e seu grupo político, Pezão respondeu: “Estou saindo. Eu já saí. Não disputo mais nada. Vou terminar meu mandato de cabeça erguida”.

Por que é importante

Na entrevista, Pezão disse que não pode ser culpado pela crise financeira, que abalou os serviços públicos, incluindo atrasos salariais dos policiais. “Tivemos uma queda de receita de 26%, o que não é trivial. Não sou culpado de chegar em abril com o barril de petróleo a 115 dólares, governar um ano e dois meses a 28 e mais um ano a 32 dólares. O Rio tem dependência forte do petróleo. Uma tempestade perfeita. Somos o segundo polo automotivo, e o setor parou, e a Petrobras, que é o carro-chefe do Rio (parou)"

Quem ganha

A renovação no quadro político do Rio de Janeiro. A saída de Pezão, após a prisão do padrinho Sergio Cabral e do ex-prefeito Eduardo Paes, deve encerrar um ciclo de governos do MDB

Quem perde

Roberto Sá. O secretário de Segurança do Rio pediu demissão horas após a notícia da intervenção

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