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Agronegócio precisa entrar na agenda dos candidatos

Em longos períodos de crise, sempre há o agronegócio para socorrer o Brasil. Depois do crescimento extraordinário no ano passado, quando disparou 7,6% e ajudou o PIB do país a sair do vermelho, analistas projetavam um 2018 bem mais tímido. De fato, o ritmo no campo diminuiu, mas ainda é consistente. As previsões para 2018 apontam para um avanço de 3,4% do PIB agro, bem acima das estimativas para a economia brasileira (algo como 1,5% nas projeções otimistas). Não é só. O agro é responsável por 21% de toda a riqueza nacional e um terço dos empregos do país. Apesar de tudo, o setor não está na agenda dos candidatos à presidência. Não é hora de rever isso?

Por que é importante

Alguns segmentos devem a retomada exclusivamente ao campo. A continuar no ritmo atual, as vendas de caminhões chegarão a 66 mil unidades no final de 2018, o melhor resultado desde 2015, quando foram emplacados 72 mil veículos. A principal razão para a performance é o agronegócio

Quem ganha

A pobreza dos debates. Os candidatos dedicam mais tempo à troca de insultos do que a propostas efetivas

Quem perde

Com o desinteresse dos candidatos em debater propostas para o agronegócio, a economia brasileira. O setor agro tem potencial para gerar ainda mais riqueza para o país

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