O senador e ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTC-AL) mostrou que tem uma memória seletiva sobre o impeachment sofrido por ele em 1992. À Folha de S. Paulo, Collor lembrou uma entrevista de seu irmão, mas confundiu a revista que publicou o material. “Fui retirado da Presidência na suposição de que as acusações que me faziam fossem verdadeiras. Com base naquela entrevista dada à IstoÉ pelo meu irmão, o Pedro”, afirmou. Informado do equívoco, que a entrevista da IstoÉ na verdade foi do motorista Eriberto França, o senador simplesmente esqueceu quem era. Eriberto foi um dos pivôs da queda de Collor. Motorista da Presidência na época, ele revelou que PC Farias bancava as despesas da família do presidente, como a compra de um Fiat Elba e a reforma na Casa da Dinda.
