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Digitalização não vai acabar com agências bancárias

Digitalização não vai acabar com agências bancárias

Segundo a edição 2019 da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, seis em cada dez transações bancárias no Brasil já são feitas online, via internet e aplicativos. As operações realizadas pelo celular lideram o ranking desde 2016 e hoje correspondem a 40% do total. O avanço da tecnologia impõe uma série de desafios aos bancos tradicionais, que se veem obrigados a repensar sua estrutura física com a digitalização do setor.

O número de agências, por exemplo, apresentou ligeira queda entre 2017 e 2018, de 21,8 mil para 21,6 mil – assim como a quantidade de postos de atendimento bancário e eletrônico, que caiu de 47,1 mil para 46,7 mil no período. Maior banco privado do país, o Itaú Unibanco viu o número de agências recuar 1,67% entre março do ano passado e o mesmo mês de 2019, para 3.527, enquanto o Bradesco teve uma baixa de 0,50% no período, para 4.594.

Apesar dos dados, o diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Gustavo Fosse, acredita que o atendimento em agências tradicionais e postos de atendimento continua relevante para as instituições financeiras, mas deve se tornar mais especializado com o passar do tempo.

“Com a crescente preferência do cliente pelos canais digitais para as operações do dia a dia, a agência está assumindo um papel mais consultivo, como, por exemplo, para a contratação de crédito, investimentos e gestão do patrimônio”, analisa. Na opinião de Fosse, a evolução tecnológica não vai acabar com a relação humana no segmento. “Nesse contexto, a agência se torna um grande diferencial de disputa do mercado.”

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