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Notas da Expo Dubai

Há muito para ser visto na Expo Dubai 2020, evento global de seis meses de duração que vai se encerrar em março, após ser adiado pela pandemia. Com 191 países participantes e milhares de empresas e instituições, essa feira vai gerar uma receita estimada em mais de US$ 30 bilhões aos Emirados Árabes Unidos (EAU). Já a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) espera-se atrair US$ 10 bilhões em investimentos estrangeiros diretos e gerar US$ 500 milhões em exportações em curto prazo.

Os três eixos centrais da exposição, Mobilidade, Sustentabilidade (imagem de destaque) e Oportunidade devem ser vistados, assim como os pavilhões da Espanha, Alemanha e dos EAU. Na área de Tecnologia, é possível entender as possibilidades do metaverso. Há também um pavilhão das mulheres patrocinado pela Cartier. Com o país de olho nos negócios com estrangeiros, a última novidade foi o anúncio da semana de trabalho de quatro dias e meio, a partir de 1º de janeiro. Por razões comerciais e turísticas, agora os finais de semana vão incluir o domingo. Na tradição muçulmana, o domingo é um dia útil, deixando a sexta e o sábado para descanso.

Federico Grosso, CEO da Adobe para a América Latina

Por qual razão cruzar o planeta para visitar uma feira de negócios no deserto?

Exposições como a de Dubai estão entre os mais antigos eventos mundiais, iniciando em 1791, com a Feira Mundial de Praga. Mas o modelo só tomou forma em 1851, com a Feira de Londres. A missão é grandiosa: unir por algum tempo em um só lugar o que de melhor é produzido pela humanidade, sempre com um olhar para o futuro e a inovação. Se isto não é o suficiente, confira abaixo outros bons e enormes motivos.

Outros bons motivos

O pavilhão dos Emirados Árabes Unidos, projetado por Calatrava
  • Um imenso hub de negócios internacionais. Empresários do mundo inteiro comentam que, se de um lado a pandemia limitou as viagens, a Expo, por sua vez, torna fácil encontrar representantes de governos e instituições privadas para fomentar negócios;
  • É a maior exposição da história, com 191 países representados;
  • A primeira em um país árabe;
  • A primeira em um país muçulmano;
  • O maior evento de turismo e negócios internacionais durante a pandemia;
  • A única forma de “visitar o mundo” nesse momento;
  • Desde outubro, mais de 5,6 milhões de pessoas já visitaram a feira;
  • Obras arquitetônicas projetadas por Santiago Calatrava, com o Pavilhão dos Emirados Árabes Unidos, em forma de falcão (ao lado), e pelo escritório Foster & Partners, responsável pelo Pavilhão da Mobilidade;
  • Uma janela para a cultura, arquitetura, gastronomia, artes plásticas de grandes países, como Rússia, China e Alemanha, e também pequenos, como San Marino;
  • Os maratonista da Expo que conseguirem visitar 10 pavilhões por dia demorarão 20 dias para percorrer todos;
  • Descobrir as cidades de Dubai e de Abu-Dhabi para conhecer a visão de futuro que os Emirados têm em matéria de mobilidade, conectividade, sustentabilidade e inovação;
  • Vale para gente de todas as idades;
  • Quem perder terá que esperar até 2025, com a Expo Osaka, no Japão.

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