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China perde parte de sua influência nos preços das commodities

Um relatório do Goldman Sachs apontou que, embora a China tente conter a elevação das commodities por temor de inflação, a potência asiática já não dita mais os preços de matérias-primas, como cobre e soja. No documento repercutido pela Bloomberg, o banco de investimento destacou que as medidas de Pequim para limitar a alta podem ser em vão e que a tendência é que os produtos sigam em trajetória ascendente.

Conta os desejos da China, os Estados Unidos aumentaram a capacidade de influenciar o mercado, turbinados pelos robustos estímulos fiscais do governo Biden. Esses dois componentes devem dar velocidade à recuperação das economias mais avançadas, sustentando a valorização das commodities fornecidas por países emergentes, que também se beneficiariam desse ciclo. Nesta conta, está o Brasil.

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