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Fuga de Carlos Ghosn intriga autoridades japonesas

Não se sabe ainda como o ex-presidente da aliança Renault-Nissan Carlos Ghosn, acusado de crimes financeiros no Japão, conseguiu deixar a prisão domiciliar em Tóquio e fugir para Beirute, no Líbano, no início da semana. Desde que fez um acordo e pagou cerca de R$ 34 milhões para aguardar o julgamento do processo em casa, o executivo estava sob vigilância 24 horas por dia e tinha os passaportes (brasileiros, francês e libanês) retidos pela Justiça. As autoridades do país acreditam que a fuga foi planejada semanas antes e contou com uma rede de apoiadores. Segundo o “Wall Street Journal”, Ghosn teria sido retirado de seu apartamento e levado a um aeroporto na região de Osaka, onde embarcou em um jato privado até a Turquia. Em seguida, o executivo foi transferido para outra aeronave que tinha como destino a capital libanesa.

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