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Acusado de crimes financeiros, Carlos Ghosn foge do Japão

O ex-presidente da aliança Renault-Nissan Carlos Ghosn, réu por crimes financeiros no Japão, deixou o país e desembarcou de avião no Líbano na segunda-feira (30). O executivo nascido no Brasil cumpria prisão domiciliar e uma série de medidas restritivas em Tóquio desde março deste ano após um acordo com as autoridades locais. Ele pagou fiança de cerca de R$ 34 milhões para aguardar o julgamento do processo, previsto para 2020, em casa. Não se sabe ainda como Ghosn conseguiu burlar o sistema prisional e fugir do Japão. Ele aterrissou em Beirute em uma aeronave particular que tinha como origem a Turquia. Em comunicado, o executivo disse não ter escapado da Justiça, mas sim “da injustiça e da perseguição política”. “Agora eu posso finalmente me comunicar livremente com a imprensa e espero começar a fazer isso na próxima semana”, afirmou. O brasileiro tem cidadania francesa e libanesa. Além disso, o Líbano não tem acordo de extradição com o Japão.

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