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Estudo vê salto expressivo na receita de empresas com transformação ‘agressiva’ na pandemia

Uma pesquisa realizada pela Accenture constatou que as empresas que durante a pandemia fizeram um investimento pesado em tecnologia, como nuvem e inteligência artificial (IA), tiveram aumento de receita cinco vezes mais rápido do que as concorrentes e significativamente maior do que o crescimento registrado por elas mesmas alguns anos atrás. Por outro lado, muitas companhias fizeram seus primeiros aportes em novas tecnologias há pouco tempo a fim de garantir a manutenção dos negócios durante o período turbulento. A demora na decisão custou caro e obriga essas organizações, agora, a correr atrás do prejuízo.

Conforme a sondagem da Accenture, uma nova categoria de empresas surgiu desde o início da crise sanitária. Os Leapfroggers são aquelas firmas que reduziram o cronograma da transformação digital por meio de estratégias tecnológicas agressivas e progressivas, convertendo os desafios do ano passado em oportunidades e vantagens competitivas. “O grupo se destaca pela capacidade de encontrar rapidamente o equilíbrio entre a força dos sistemas e o aumento da inovação”, destaca o relatório.

“Nosso estudo avaliou as empresas de acordo com o conceito de Systems Strength, que mede o nível de adoção tecnológica, a aplicação de tecnologias em larga escala e a prontidão organizacional e cultural para inovação habilitada por tecnologia. Empresas com pontuação alta nesse quesito tiveram crescimento bem acima das demais”, afirmou Ramnath Venkataraman, líder global de Serviços Globais Integrados da Accenture Technology. “Enquanto isso, os Leapfroggers também demonstram tremendo progresso por meio da manutenção dos quesitos de Systems Strength e levam a inovação para todas as áreas da empresa. No momento, o faturamento dos Leapfroggers vem crescendo quatro vezes mais rápido do que o das demais empresas.”

O levantamento ouviu 4.300 profissionais e classificou as companhias como Líderes (10% principais da amostra total), Leapfroggers (18% da amostra) e Retardatários (últimos 25%) e analisou o desempenho financeiro de cada grupo.

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