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Congonhas testa biometria facial para tripulantes

Para melhorar a segurança dos voos, pilotos e comissários serão checados por biometria de reconhecimento facial. A tecnologia começou a ser testada no Aeroporto de Congonhas (SP), como parte do programa Embarque + Seguro, do governo federal. Já foram feitos testes com passageiros em Brasília (DF), Florianópolis (SC), Salvador (BA), Santos Dumont (RJ), Belo Horizonte (Confins) e Congonhas (SP). Se a atual fase for um sucesso, em um futuro próximo essa tecnologia poderá tornar as viagens mais seguras e os embarques, mais rápidos. O reconhecimento facial será aplicado em tripulantes da Azul, Gol e Latam ao longo de 15 dias. Os testes também devem ser aplicados no Santos Dumont (RJ). O projeto é desenvolvido pelo Serpro, serviço estatal de processamento de dados, e contou com tecnologia da Pacer, instalada no HIPE, o centro de inovação do Vale do Pinhão, em Curitiba (PR).

Como funciona

No acesso à Área Restrita de Segurança (ARS), um equipamento de leitura biométrica faz a leitura facial do tripulante e valida os parâmetros junto à uma base de dados. Em caso de identificação positiva, o acesso é liberado sem a necessidade de apresentação de documentos, evitando o contato físico com o agente de controle. Em caso negativo,, é preciso apresentar a Certificado de Habilitação Técnica (CHT) e o documento do operador aéreo para validação. O controle digital não exime a inspeção de segurança aeroportuária.

Para o diretor da Pacer, André Pocai, o programa está acelerando a transformação digital nos aeroportos. “Fazer parte deste projeto tão inovador vai ao encontro da nossa missão de colocar a aviação brasileira em um elevado nível de tecnologia”. Antes, a Pacer desenvolveu o Sistema Wavemaker, que utiliza inteligência artificial para realidade aumentada que projeta no chão da aeronave um “tapete” com os números dos assentos que se move conforme o caminhar do passageiro, facilitando a instalação de todos e reduzindo a carga de trabalho dos comissários.

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