Marca brasileira de suplementos cresceu 88% em 2025, amplia portfólio com proteína bovina e projeta faturamento de R$ 500 milhões em 2026
A Dark Lab, empresa brasileira de suplementação esportiva, encerrou 2025 com faturamento de R$ 360 milhões, crescimento de 88% em relação ao ano anterior. Agora, a companhia pretende alcançar R$ 500 milhões em 2026 e chegar à marca de R$ 1 bilhão até 2030. Para sustentar a expansão, a empresa diversifica seu portfólio e apresenta o Dark Beef, suplemento em pó produzido a partir de proteína bovina.
A trajetória da marca começou com a experiência de seus empreendedores na distribuição de suplementos por marketplaces. Ao identificar espaço para produtos com preços competitivos, o negócio iniciou suas operações com whey protein, creatina e BCAA, concentrando as vendas no comércio eletrônico.
Sob a liderança de Michel Rodrigues, sócio-diretor, e com Thiago Kitzinger à frente das áreas comercial e de marketing, a empresa ampliou sua atuação nacional por meio de canais digitais, parcerias com influenciadores e expansão de produtos.
Um dos principais motores desse crescimento é a creatina. Segundo levantamento da Euromonitor International, a Dark Lab comercializou 1.913 toneladas do suplemento no Brasil em 2025, alcançando 15,6% de participação no mercado nacional em volume de vendas.
A estratégia também inclui alcançar consumidores além do público tradicional de academias. Com um portfólio que reúne whey protein, ômega 3 e pré-treinos, a companhia busca ampliar sua presença em diferentes segmentos de nutrição e bem-estar.
Nova proteína amplia portfólio

Foto: Divulgação
O mais recente lançamento da Dark Lab é o Dark Beef, suplemento à base de proteína bovina que oferece 32 gramas de proteína por porção, sem lactose e sem adição de colágeno como ingrediente. O produto chega em embalagens de 900 gramas, nos sabores Wild Berry, Tropical e Cacau.
A novidade representa mais um passo na diversificação da empresa, em um mercado no qual consumidores buscam alternativas às proteínas tradicionais, como o whey protein.
“O consumidor está cada vez mais atento à composição e à origem dos suplementos que escolhe. Com o Dark Beef, ampliamos nosso portfólio com uma opção à base de proteína bovina. Nosso objetivo é continuar desenvolvendo produtos de qualidade, alinhados às necessidades do mercado”, afirma Michel Rodrigues.
Além da diversificação, a estratégia de crescimento envolve ampliar os canais de distribuição e fortalecer o posicionamento da marca. Thiago Kitzinger conduz as iniciativas comerciais e de marketing, incluindo campanhas digitais, relacionamento com influenciadores e desenvolvimento de novos canais de venda.
Com a meta de atingir R$ 1 bilhão em faturamento até o fim da década, a Dark Lab busca transformar a presença conquistada no comércio eletrônico em uma operação de maior alcance no mercado brasileiro de suplementos.
