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Após Lava Jato, empresas investem em compliance

Pesquisa da Câmara Americana do Comércio (Amcham) com 130 executivos mostrou que quase 60% das empresas aumentaram os investimentos em compliance após as denúncias da Operação Lava Jato. De acordo com a sondagem, monitorar parceiros e fornecedores e coibir, fraude, corrupção e lavagem de dinheiro são as maiores preocupações para 44% e 33% dos entrevistados, respectivamente.

Para Maria Fernanda Teixeira, CEO da Integrow, empresa especializada em diagnóstico e implantação de programas de compliance e ética empresarial, adaptar-se às regras é “uma questão de sobrevivência”. Em entrevista a MONEY REPORT, Maria Fernanda afirmou que as experiências de empresas no Brasil e no mundo mostram a importância do investimento em compliance. Ela disse que “hoje, as empresas não têm uma segunda chance se forem flagradas cometendo delitos ou falhas éticas”, disse. “Por isso precisam investir na prevenção de crimes.” Segundo a executiva, hoje há uma cobrança maior por padrões éticos. “Antes, as regras e as políticas da empresa eram ignoradas até por quem estava no comando da organização; hoje, não”.

Por que é importante

Hoje, consumidores, clientes, investidores e colaboradores exigem que as empresas tenham ética e valores com os quais se identifiquem. Além disso, a Lei Anticorrupção, sancionada em 2015, impôs penas mais duras às empresas flagradas em crimes

Quem ganha

As empresas que se adaptaram à Lei Anticorrupção

Quem perde

Empresas que não investem em compliance e correm risco de se verem envolvidas em algum escândalo

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