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Amazon vai combater falsificações em sua plataforma no Brasil

A comercialização de produtos falsificados será combatida com mais intensidade pela Amazon no Brasil. Nesta terça-feira (11), a empresa anunciou a ampliação de seu programa Project Zero no Brasil, Austrália, Holanda, Arábia Saudita, Cingapura, Turquia e Emirados Árabes. Agora o programa ficará ativo em 17 países.

Criado no ano passado, o Project Zero se vale de tecnologia de aprendizado digital (machine learning) para identificar potenciais produtos falsificados na plataforma. A troca de informações por meio de algoritmo vai permitir que mais de 10 mil marcas vendidas na plataforma atestem a origem de seus produtos. Participam da iniciativa: Arduino, BMW, ChessCentral, LifeProof, OtterBox, Salvatore Ferragamo e Veet.

O vice-presidente da empresa, Dharmesh Mehta, afirmou em nota: “A Amazon está comprometida em proteger nossos clientes e as marcas com as quais colaboramos em todo o mundo”.

A iniciativa é uma maneira da Amazon se livrar de pesadas críticas. Em 29 de abril, a agência americana de política comercial (USTR, na sigla em inglês) lançou um relatório colocando as plataformas de compras da Amazon no Canadá, Reino Unido, França, Alemanha e Índia em uma lista de “mercados infames” por violações de propriedade intelectual. Na mesma lista constavam os sites Torrentz2, Turbobit.net, The Pirate Bay e a plataforma chinesa WeChat.

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