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25 de Março e Amazon entram na lista dos “mercados infames”

Da redação
30 de abril de 2020

A agência americana de política comercial (USTR, na sigla em inglês) colocou a Rua 25 de Março (imagem), em São Paulo, e as plataformas de compras da Amazon no Canadá, Reino Unido, França, Alemanha e Índia em uma lista de “mercados infames” por violações de propriedade intelectual. A informação consta no mais recente relatório da autoridade comercial dos Estados Unidos, divulgado nesta quarta-feira (29).

A USTR recomenda vigilância. Seu documento afirma que os donos dos direitos de propriedade de artigos e marcas alegam violações de propriedade intelectual e “falsificação de alto nível de ativos”, principalmente no comércio digital.

A Amazon negou as acusações. “Este é um ato puramente político e é outro exemplo de como o governo usa o governo para realizar vingança pessoal contra a Amazon”, informou a empresa, referindo-se às más relações do fundador Jeff Bezos com o presidente Donald Trump.

Sites como Torrentz2, Turbobit.net, The Pirate Bay e a plataforma chinesa WeChat também aparecem na lista dos “mercados infames”. A WeChat, principalmente, seria ativa na disseminações de produtos falsificados.

Além da 25 de Março, a agência vê com preocupação outros grandes pontos de comércio presencial popular, como La Salada, na periferia de Buenos Aires, Tepito, na Cidade do México, Ciudad del Este, na fronteira do Paraguai com o Brasil, Mercado da Seda, em Pequim, e Els Limits, em Girona, na fronteira entre Espanha e França.

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