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Amazon quer socorrer editoras brasileiras

Amazon quer socorrer editoras brasileiras

O destroçado mercado editorial brasileiro, marcado nos últimos dias por pedidos de recuperação judicial e fechamento de unidades das grandes redes de livrarias, encontrou enfim algum alento. Responsáveis pela área de mercado editorial da Amazon no Brasil, os executivos Ricardo Garrido e Mario Meirelles enviaram um email às editoras de livros informando que a Amazon está disposta a antecipar pagamentos para estimular “a continuidade da produção editorial e o equilíbrio dos fluxos de caixas”. A mensagem é bastante assertiva. “Podemos realizar o pagamento antecipado de recebíveis com a Amazon em taxas mais baixas do que as de mercado”, diz o texto. Além disso, os profissionais também pediram que as editoras não cancelem lançamentos antes de entrar em contato com a empresa, que pode indicar alguma solução.

Por que é importante
O setor vive uma crise sem precedentes. O Panorama Cultural do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE) aponta que, em 2004, pelo menos 42% dos municípios mantinham livrarias. Atualmente, não passam de 27%. Em 2013, havia 3.095 livrarias no país. Agora, somente 2.500. Segundo a Unesco, o ideal seriam 20 mil – uma para cada 10 mil habitantes
Quem ganha
As editoras de livros. Parece pouca coisa, mas é algo extraordinário uma corporação como a Amazon agir para salvar o setor em que atua
Quem perde
Os que garantem que não há saída para o setor. A iniciativa da Amazon mostra o contrário

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