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Afya investiu R$ 2,1 bi na pandemia

Com foco em cursos de medicina, desde julho do ano passado o grupo Afya investiu R$ 2,1 bilhões em operações de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) com 12 empresas. “O mercado de M&A continua aquecido. Temos no pipeline ativos de medicina que somam 2 mil vagas e que estamos analisando e tendo conversas próximas”, disse ontem Virgílio Gibbon (imagem), presidente da Afya, que é listada na Nasdaq.

A empresa registrou lucro líquido de R$ 58 milhões no terceiro trimestre, queda de 27,1% na base anual. Porém, a receita líquida somou R$ 454,4 milhões, avanço de 46,9% na mesma base de comparação. No intervalo entre julho e setembro, o ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado aumentou 28,2%, para R$ 191,4 milhões, ante o mesmo período de 2020. Para o período de nove meses, o ebitda ajustado foi de R$ 559,7 milhões, aumento de 37,2% na comparação anual. A margem passou de 47,6% para 41,3% entre os períodos.

O recuo, segundo a companhia, foi motivado pela consolidação de aquisições e pelo menor desempenho da educação continuada. “Ano passado, éramos uma empresa com mais caixa do que dívida. Este ano, devido às aquisições que a gente fez, isso virou”, disse Luis Andre Blanco, diretor financeiro. A expectativa, após o término da pandemia, é de crescimento firme, dado os investimentos feitos.

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