PATROCINADORES

Aéreas de baixo custo decolam no Brasil

O Brasil é o principal alvo das empresas aéreas de baixo custo (low cost). Depois da chilena Sky Airline e da norueguesa Norwegian, a argentina Flybondi foi autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a operar no mercado brasileiro. Há outros pedidos de aéreas estrangeiras aguardando a liberação da Anac. Com a retomada da economia e a melhora do ambiente de negócios, a tendência é o mercado aéreo decolar no país.

Por que é importante

A chegada de novas empresas é ótima para o consumidor: a concorrência acirrada deve levar à redução de preços. No primeiro trimestre, o valor médio da passagem aérea em voos domésticos brasileiros caiu 1,3%

Quem ganha

O Rio de Janeiro. Com a chegada da nova rota, a capital fluminense se consolida como o destino de referência para os passageiros low cost. A Flybondi, que vai operar voos entre Buenos Aires e Rio de Janeiro, se junta às outras aéreas de baixo custo que já operam no aeroporto Tom Jobim. A Norwegian oferece a rota Rio-Londres, enquanto a chilena Sky conecta o Rio a Santiago (Chile).

Quem perde

As empresas nacionais, que terão que enfrentar a crescente concorrência

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