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Só a China ganha com a crise da Evergrande, diz analista internacional

MONEY TALKS entrevistou o professor Sérgio Quadros, da pós-graduação da Unisinos (RS). Responsável pela instalação do Banco do Brasil na China, ele é um raro conhecedor do mercado financeiro do país, apresentando possibilidades para a resolução da crise da gigante incorporadora Evergrande. Apesar do tamanho da dívida da empresa com bancos, US$ 227 bilhões, esse montante representa apenas 0,5% dos ativos do sistema financeiro chinês – um soluço. Para Quadros, o principal fator em jogo não é o calote da empresa – que não deve ocorrer –, mas desarmar a bolha imobiliária criada por uma regulamentação frouxa que deve ganhar regras para limitar a alavancagem. O resultado pode ser a queda no valor dos imóveis, que em algumas cidades valorizaram até 800% em menos de cinco anos. O resto é negociável. A Evergrande tem ativos nos setores de alimentos e bebidas, controla um dos principais times de futebol do país e desenvolve carros elétricos. “O cidadão chinês não será prejudicado. Os imóveis serão entregues”, diz. Acompanhe:

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