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Investidores cobram de bancos ações em favor do clima e da preservação

Um grupo de 115 grandes investidores internacionais enviou uma carta para 63 bancos globais pedindo medidas sobre clima e biodiversidade. Entre os signatários estão a Aviva Investors, Fidelity International, Federated Hermes e M&G Investments, que controlam US$ 4,2 trilhões (R$ 21,8 trilhões) em ativos.

O documento emitido na terça-feira (6) pede que os bancos se comprometam a eliminar o financiamento ao emprego de carvão até 2030 nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e até 2040 no restante do mundo. O grupo quer políticas para setores de alto impacto ambiental e sugere um alinhamento de expectativas sobre a gestão de riscos ligados à biodiversidade e aos direitos humanos. A carta pede que as instituições respondam até 15 de agosto.

Brasil

O governo brasileiro foi cobrado sobre a política de preservação da Amazônia. A carta marca mais um gesto do setor financeiro para a incorporação de critérios socioambientais na análise e aplicação de recursos. O texto destaca a transição das energias fósseis para renováveis para mitigar as emissões de gases de efeito estufa.

“Um grande banco internacional com uma presença geográfica significativa está exposto a uma série de riscos relacionados ao clima e à natureza, incluindo riscos físicos e de transição que podem ter um impacto significativo no valor dos ativos e passivos do banco. Como banco, você está em uma posição poderosa para conduzir a transição para o baixo carbono e enfrentar as piores consequências das mudanças climáticas e da perda de biodiversidade”, exrota o texto, que foi endossado por JP Morgan Chase, Deutsche Bank, Standard Chartered, Santander, HSBC e Goldman Sachs.

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