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BTG Pactual capta R$ 1,5 bi em CDB sustentável

É a primeira rodada do programa de captação sustentável do banco, voltada para ativos e projetos com benefícios sociais e ambientais

O banco BTG Pactual anunciou nesta quinta-feira (10) sua primeira captação em depósitos (CDBs e LFs) sustentáveis, no valor de R$ 1,5 bilhão. A medida é destinada a projetos que atendam os mesmos critérios usados pelo banco ao conceder empréstimos atrelados a programas e metas ESG, avaliados pelo Climate Bond Initiative e pela Sustainalytics, referências internacionais em certificações de finanças verdes.

Esta é a primeira rodada do programa de captação sustentável, lançada pelo BTG em novembro, e a primeira iniciativa desse tipo na América Latina. Com isso, empresas alinhadas com o princípio de gestão verde podem pleitear recursos do maior banco de investimentos da América Latina.

O programa faz parte de framework desenvolvido para dívidas sustentáveis que podem ser emitidas pela instituição para fomentar esse tipo de financiamento em setores como energia renovável, eficiência energética, saneamento, transporte limpo, edifícios sustentáveis, habitação e infraestrutura básica acessíveis, manejo sustentável e agricultura de baixo carbono, transmissão de energia, controle da poluição e eficiência dos recursos e financiamento a pequenas e médias empresas.

O CEO do BTG Pactual, Roberto Sallouti, afirma que a captação é um marco na história da instituição financeira. “Iniciativas de ESG e de impacto não são mais escolhas, são compromissos que todas as companhias e a sociedade precisam assumir. Temos orgulho de estar à frente de ações como esta”, pontua.

Retrospecto

Em novembro de 2020 o BTG Pactual fez sua primeira emissão verde, um private placement no valor de US$ 50 milhões e, em janeiro deste ano, fez uma nova captação, um green bond de US$ 500 milhões. Os montantes foram captados respeitando o framework. Desse total, 71% já foram alocados em 27 empresas, trazendo impactos positivos para o meio ambiente, como a redução nas emissões de CO2, o aumento da capacidade instalada de energia renovável e a melhoria na infraestrutura sanitária, além de benefícios para a sociedade, como o aumento do acesso da população à água potável.

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