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Renda dos domicílios pobres foi 32% maior que o habitual em agosto, aponta Ipea

Renda dos domicílios pobres foi 32% maior que o habitual em agosto, aponta Ipea

Os rendimentos dos domicílios mais pobres foi 32% maior do que o habitual no mês de agosto, graças ao pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal. Os resultados constam de estudo divulgado nesta terça-feira (29), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), intitulado “Os efeitos da pandemia sobre os rendimentos do trabalho e o impacto do auxílio emergencial: os resultados dos microdados da PNAD Covid-19 de agosto”. O PNAD Covid-19 é medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 A ajuda financeira também foi suficiente para superar em 41% a perda da massa salarial entre as pessoas que permaneceram ocupadas. “O papel do auxílio emergencial na compensação da renda perdida em virtude da pandemia foi proporcionalmente maior do que no mês anterior”, afirmou Sandro Sacchet, autor da pesquisa.

De acordo com a análise, cerca de 4,25 milhões de domicílios brasileiros, o equivalente a 6,2% dos lares, sobreviveram em agosto apenas com o auxílio emergencial. Em comparação com o mês anterior, a redução da diferença entre a renda efetiva e a habitual foi generalizada. De modo geral, os trabalhadores receberam em agosto 89,4% dos rendimentos habituais (2,3 pontos percentuais acima de julho) – R$ 2.132 em média, contra uma renda habitual de R$ 2.384.

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