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Paralisação de caminhoneiros deixa cidades sem luz e acende debate sobre energia solar

A crise gerada pela greve dos caminhoneiros acendeu o sinal de alerta no setor elétrico. Como muitas cidades ficaram no escuro em razão do desligamento de termelétricas no Norte e Centro-Oeste, os debates sobre possíveis incentivos para a implementação de energia solar nas casas e estabelecimentos comerciais ganhará força nos próximos meses. Em Rondônia, seis localidades dependentes da geração termelétrica ficaram sem energia no início da semana. “Os projetos e as instalações estão ganhando escala, um fator extremamente importante para os fabricantes e para toda cadeia na geração solar fotovoltaica”, diz Anaibel Novas, diretor da Fronius, fabricante do setor.

Por que é importante

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deverá ultrapassar a marca de 2 GW de geração de energia solar fotovoltaica em operação, o suficiente para abastecer 500 mil residências e atender o consumo de dois milhões de brasileiros. Ainda é pouco, mas já é um começo

Quem ganha

A diversificação da matriz energética brasileira

Quem perde

As usinas termelétricas, que respondem por 25% da matriz energética brasileira

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