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Oito tendências que moldarão a indústria nos próximos anos

Oito tendências que moldarão a indústria nos próximos anos

Relatório elaborado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) apresenta as transformações que o mundo deve passar nos próximos anos e lista oito tendências que moldarão a indústria e a sociedade e que são oportunidades para as empresas brasileiras crescerem. Confira a seguir:

Intensificação da demanda por alimentos:

Segundo a Fiesp, o crescimento populacional levará ao aumento da demanda por produtos básicos nos países menos desenvolvidos. A entidade destaca que o Brasil já realizou investimentos no setor e tem condições de absorver a necessidade de alimentos. Apesar disso, muitas tecnologias utilizadas no agronegócio ainda são importadas. Por isso, a Fiesp defende que tecnologias capazes de reduzir custos e expandir as oportunidades de penetração do produto nacional no exterior são essenciais.

Aumento da demanda por energia:

Conforme o relatório, o país tem um dos maiores potenciais energéticos em fontes renováveis do mundo, principalmente, hidroelétrica. No entanto, o Brasil praticamente não utiliza energia solar. Para a Fiesp, com redução nos custos da tecnologia, é uma oportunidade.

Expansão do entretenimento e turismo:

A entidade acredita que o crescimento da renda e novas tecnologias “poupadoras” de trabalho permitirão maior tempo de lazer aos trabalhadores.

Mudança no padrão de produção:

Eficiência energética e diminuição da emissão de poluentes terão cada vez mais importância no sistema de produção, mostra a Fiesp.

Urbanização e emergência de megacidades:

A urbanização brasileira tem uma característica específica: predomínio de cidades médias. Para a entidade, há oportunidade para desenvolvimento de tecnologias de big data para organização do tráfego, que é crescente. Os sistemas rodoviários e ferroviários também terão de se adaptar a essas características. Além disso, a falta de planejamento das cidades originou problemas de mobilidade de grandes contingentes de pessoas. Como país tem poucos recursos investidos em habitação, saúde e educação, será necessário racionalizá-los cada vez mais.

Infraestrutura moderna e competitiva:

A infraestrutura pode ser o principal fator de crescimento no curto e no médio prazo, já que é imprescindível para o desenvolvimento das tecnologias da indústria 4.0. Para ser competitivo internacionalmente, o Brasil precisa modernizar e expandir ferrovias e portos. Além disso, a Fiesp aponta a necessidade de novas redes redes 5G e banda larga mais potente.

Envelhecimento da população:

A população idosa apresenta uma grande especificidade nos produtos e serviços demandados e, por ser uma população com renda maior do que a população mais jovem, isso terá impacto na estrutura de produtos e serviços que serão necessários.

Aumento das tensões geopolíticas.

Turbulências políticas e econômicas mundiais recolocam a questão da segurança nacional, abrindo espaço para a indústria da defesa e segurança. Ao contrário das outras indústrias, os países não comercializam tecnologias de ponta. Por isso, para a Fiesp, é indispensável que se tenha uma indústria da defesa para garantia da segurança nacional. No Brasil, apesar de haver empresas de armamentos, o foco é em baixa tecnologia e há pouco investimento em criptografia e transferência tecnológica.

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