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Informalidade sustenta desemprego menor em 2017, diz IBGE

A taxa de desemprego no Brasil caiu ligeiramente em 2017 e ficou abaixo do esperado, mas a melhora foi sustentada pela informalidade diante da gradual recuperação da atividade econômica depois da recessão que marcou o país. A taxa de desemprego ficou em 11,8% no quarto trimestre do ano passado, comparado com 12,4% no terceiro, informou o IBGE nesta quarta-feira (31), marcando a nona queda seguida. Entre outubro e dezembro, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua mostrou que o contingente de pessoas desempregadas no país alcançou 12,3 milhões, 5% a menos em comparação com os três meses anteriores e estável sobre o mesmo período do ano anterior. O levantamento também mostrou que o Brasil tinha 92,1 milhões de pessoas ocupadas, alta de 0,9% sobre o terceiro trimestre e de 2% ante o quarto trimestre de 2016.

Por que é importante

Em 2017, o Brasil perdeu 20.832 postos de trabalho formais, terceiro ano seguido de déficit apesar do início da recuperação econômica e da vigência das flexibilizações trabalhistas defendidas pelo governo para impulsionar o número de vagas, segundo o Ministério do Trabalho

Quem ganha

A informalidade, destaque para a melhora do cenário

Quem perde

A economia demonstra recuperação, porém o mercado de trabalho tende a responder de maneira tardia ao ciclo econômico

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