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Informalidade no trabalho não é sempre ruim, diz economista

Informalidade no trabalho não é sempre ruim, diz economista

O número de trabalhadores sem carteira assinada aumentou 5,7% no último trimestre na comparação com o terceiro trimestre, segundo a Pnad Contínua, divulgada pelo IBGE na quarta-feira (31). No ano passado, o contingente de trabalhadores informais chegou a 10,7 milhões de pessoas.

Num período em que o país discute o déficit da previdência, que no ano passado foi de R$ 268,8 bilhões, o aumento do número de trabalhadores que não contribuem com a previdência não ajuda a reduzir o rombo. Mas daí para dizer que é ruim para o país há uma distância grande. Segundo o economista Bruno Ottoni Eloy Vaz, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getulio Vargas, o ideal seria a formalização do trabalho. “Mas os postos de trabalho, mesmo informais, acabam gerando alguma receita para os cofres públicos”, disse o economista. “Com a renda, as pessoas consomem mais e isso ajuda no recolhimento de tributos sobre o consumo.”

Por que é importante
No ano passado, o saldo de contratações menos demissões ficou negativo em 20.832 vagas
Quem ganha
Os cofres públicos. “O déficit fiscal no final do ano passado foi menor do que o previsto e, de certa maneira, o aumento dos empregos informais ajudou na arrecadação”, disse Vaz
Quem perde
A previdência, que depende do aumento de empregos formais para aumentar a arrecadação

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