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Fifa projeta salto, com faturamento de US$ 11 bi

Da redação
12 de janeiro de 2026
Novo formato da Copa terá mais jogos e sede tripla, o que elevará direitos de transmissão, patrocínios e receitas de estádios

A Copa do Mundo de 2026 caminha tornar a edição mais rica da história do futebol. Com sede conjunta nos Estados Unidos, Canadá e México e um novo formato que amplia o número de seleções e partidas, o Mundial deve gerar uma receita total estimada em US$ 10,9 bilhões, de acordo com projeções analisadas pela Sports Value a partir dos relatórios anuais da Fifa.

O valor representa um crescimento de 56% em relação à Copa do Mundo de 2022, no Catar, que arrecadou cerca de US$ 7 bilhões. Na comparação com o Mundial de 2018, realizado na Rússia, quando a receita foi de US$ 5,3 bilhões, o salto é ainda mais expressivo. Já a edição de 2014, no Brasil, havia registrado US$ 4,8 bilhões.


Parte relevante desse avanço vem dos direitos de transmissão. Pela primeira vez, a receita com TV deve ultrapassar a marca de US$ 4,3 bilhões, alta de 24% em relação a 2022. Os contratos de patrocínio também devem atingir um recorde histórico, com previsão de US$ 2,8 bilhões, crescimento de 59% frente ao último Mundial.


Outro fator decisivo para o desempenho financeiro da Copa de 2026 será a operação dos estádios. As receitas de matchday — que incluem ingressos e hospitalidade — devem saltar de cerca de US$ 950 milhões no Catar para aproximadamente US$ 3 bilhões em 2026, uma alta estimada em 216%. Segundo análises do setor, a movimentação financeira ligada aos estádios nesta edição pode ser equivalente à soma das últimas seis Copas do Mundo.

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