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Ex-presidente do Goldman Sachs vê Bolsonaro e Haddad como “péssimos”

Ex-presidente do Goldman Sachs vê Bolsonaro e Haddad como “péssimos”

Economista e ex-presidente do Goldman Sachs no Brasil, Paulo Leme tratou de frear a euforia do mercado em torno de Jair Bolsonaro (PSL) na corrida presidencial. Para ele, tanto o capitão reformado quanto seu principal rival, Fernando Haddad (PT), seriam “péssimos” para a economia. Em entrevista ao Estadão, Leme disse acreditar que o petista cometeria os mesmos erros dos governos Lula e Dilma, e que Bolsonaro teria dificuldades políticas para aprovar as reformas propostas em seu plano de governo. Na opinião do economista, “o mercado está grosseiramente subestimando os riscos futuros” ao apoiar a candidatura de Bolsonaro.

Por que é importante
A rejeição ao PT e o aparente fracasso da candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) fizeram o mercado escolher Bolsonaro como candidato favorito
Quem ganha
O centro político, considerado por muitos como única alternativa para fazer o Brasil retomar o caminho do crescimento econômico
Quem perde
O mercado, que recebe críticas de um economista ao embarcar na campanha de Bolsonaro

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