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Empresas e entidades repudiam atos antidemocráticos

Febraban, CNI, entidades e empresas pedem “punição exemplar” para os golpistas

Entidades e empresas que representam o setor produtivo brasileiros condenaram os atos antidemocráticos que depredaram patrimônios públicos e pedem punição exemplar para os manifestantes que participaram e organizaram os atos antidemocráticos e que o país precisa de equilíbrio institucional para voltar aos trilhos do crescimento.

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Natura

Em nota, a Natura afirma que repudia os ataques contra as sedes dos Três Poderes, em Brasília. A empresa também destacou que os atos criminosos representam uma afronta à democracia brasileira, em uma tentativa de calar as instituições constituídas e silenciar os espaços públicos de diálogo.

“As cenas a que assistimos neste domingo se opõem a nossas crenças e razão de ser. Somos uma construção coletiva de uma rede enorme de consumidores, consultoras e colaboradores, com posicionamentos políticos e ideológicos plurais, que valoriza a diversidade de ideias e o debate democrático como instrumentos para o progresso da civilização”.

BID

O presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ilan Goldfajn, afirma que os ataques às instituições no Brasil atingem a democracia e todas as pessoas da América.

“Estamos juntos ao povo brasileiro e com suas instituições na defesa dos valores democráticos, de transições eleitorais pacíficas e do Estado de Direito”.

Febraban

O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, afirma que a organização repudia com veemência as agressões ao patrimônio público nacional e a violência contra as instituições que representam o Estado Democrático de Direito.

“As cenas de desordem e quebra-quebra perpetradas na tarde deste domingo (8 de janeiro) em Brasília causam profunda perplexidade institucional, que exigem firme reação do Estado”.

CNI

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) diz ser contra todo e qualquer tipo de manifestação antidemocrática. Os responsáveis pelos atos terroristas devem ser punidos na forma da lei de maneira exemplar.

“O Brasil elegeu seu novo presidente da República democraticamente, pelo voto nas urnas. A vontade da maioria do povo brasileiro deve ser respeitada e honrada. Tais atos violentos são manifestações antidemocráticas e ilegítimas que atacam os três Poderes de maneira vil”, afirmou Robson Braga de Andrade, presidente da CNI.

Sindusfarma

O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) também destacou que repudia todo tipo de violência e de atos que ferem a Constituição.

“Protestos pacíficos e democráticos, como já tivemos no Brasil são positivos. Depredação de patrimônio público não pode ser aceito pela sociedade brasileira”, afirmou Nelson Mussolini, presidente do Sindusfarma.

Firjan

A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) condenou os atos de violência e as depredações. A organização reforçou em nota o seu compromisso com a democracia.

Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) se posicionou em nota defendendo a democracia e pediu a punição dos envolvidos.

“A resposta de repúdio da sociedade tem que ser contundente, apoiando a aplicação mais severa dos termos da lei aos agressores da democracia e da civilização. Todos, sem exceção, que tomaram parte nesta absurda sedição precisam ser punidos”.

Abiove

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) manifestou repúdio às manifestações violentas que culminaram em invasões e vandalismos ao Congresso Nacional, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Palácio do Planalto, em Brasília.

A organização também pede a punição dos envolvidos. “Todos os envolvidos nos atos criminosos precisam ser punidos. A Abiove espera que o Brasil não tenha mais que ser obrigado a assistir a tristes episódios como esses.”

Durante seu discurso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu a participação de representantes do agronegócio nos atos antidemocráticos. Sobre isso, a Abiove afirma ter orgulho em ser parte central das cadeias do agronegócio e sabe que “a manifestação do chefe do Poder Executivo não se referia ao nosso setor”.

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