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Eleição e disputas comerciais reduzem fusões e aquisições

Eleição e disputas comerciais reduzem fusões e aquisições

Um estudo realizado pela consultoria Thomson Reuters Deals Intelligence mostra que o número de fusões e aquisições internas – feitas entre empresas brasileiras – acumulam forte queda de 34% entre janeiro e agosto de 2018, somando 142 transações e US$ 18,4 bilhões movimentados. Trata-se do menor patamar desde 2006. No geral, considerando negócios entre empresas locais e estrangeiras, a queda foi de 27%.

Por que é importante
Parte dessa retração se explica pelas incertezas geradas pela eleição na economia brasileira, mas também reflete um movimento quase generalizado no mundo. No terceiro trimestre, houve queda de 38% na região Ásia-Pacífico e de 14% na Europa. O mercado asiático tem sido afetado pela guerra comercial travada entre Estados Unidos e China
Quem ganha
A Suzano Papel e Celulose, que formou uma gigante de R$ 84 bilhões em valor de mercado ao comprar a Fibria, maior negócio do ano no Brasil e um dos maiores do mundo
Quem perde
A economia brasileira. No Brasil, sob qualquer base de comparação, o resultado é negativo. Até o final de agosto, as operações de fusões e aquisições de empresas brasileiras por estrangeiras recuaram 11% nos dois primeiros quadrimestres de 2018, totalizando 121 transações que movimentaram US$ 12,6 bilhões. Já as operações em que companhias nacionais compraram ou se fundiram a empresas estrangeiras caíram 62% se comparadas aos dois primeiros quadrimestres de 2017, atingindo o menor volume em 15 anos

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