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Crise é oportunidade para tirar do papel contratos de concessão ferroviária

A crise gerada pela greve dos caminhoneiros e locaute das transportadoras deve acelerar a renovação dos contratos de concessão ferroviária, em análise pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), Vicente Abate, o Brasil precisa diversificar seu modal logístico, reduzindo a dependência do transporte rodoviário e abrindo caminho para os trens. “As vantagens da renovação antecipada não se refletem apenas nas empresas do setor, mas beneficiará toda a economia”, diz o executivo.

Por que é importante

Entre as grandes nações, o Brasil é de longe a mais dependente de rodovias. Elas transportam 65% de toda a carga nacional, ante 15% dos trens e 20% do chamado sistema aquaviário. Nos Estados Unidos, a proporção é inversa: 43% ferroviário, 32% rodoviário e 25% aquaviário. Até a China tem modais mais equilibrados (50% rodoviário, 37% ferroviário e 13% aquaviário). Os dados são do Instituto Energia e Meio Ambiente

Quem ganha

Toda a sociedade brasileira, que ficaria menos exposta a movimentos grevistas

Quem perde

Os caminhoneiros, que teriam que enfrentar a concorrência do transporte ferroviário

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