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Confiança empresarial sobe e se aproxima do nível pré-pandemia

O Índice de Confiança Empresarial (ICE), divulgado nesta segunda-feira (3) pela Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), subiu 7,1 pontos em julho, para 87,5 pontos – em uma escala de zero a 200 pontos. Foi a terceira alta seguida do indicador, que recupera 79% das perdas ocorridas no bimestre março-abril, no pior momento da crise do novo coronavírus, quando despencou de 96 para 55,7 pontos. Pela primeira vez desde o início da pandemia a alta do ICE foi igualmente motivada por expectativas e percepção sobre a situação corrente. O Índice de Expectativas (IE-E) avançou 7,4 pontos, para 89,8 pontos. Já o índice que retrata a situação corrente dos negócios (ISA-E) saltou 7,1 pontos, para 79,7 pontos. “O avanço da confiança empresarial em julho mostra que a economia continua em trajetória ascendente no início do terceiro trimestre após o baque do trimestre anterior. A boa notícia é a consolidação de tendência de melhora da percepção dos empresários com relação à situação atual dos negócios, com indústria e comércio atingindo níveis de satisfação mais próximos à normalidade”, comentou Aloisio Campelo Jr., superintendente de estatísticas da FGV IBRE. “Mas há que se analisar esta tendência com alguma cautela uma vez que a incerteza continua elevada e mesmo os indicadores de expectativas, que saíram na frente, retratam hoje um sentimento que parece ser mais bem descrito como o de uma ‘neutralidade sujeita a revisões’. Ainda é cedo para se pensar em uma retomada consistente de investimentos, por exemplo”, completou.

Por que é importante

A retomada das atividades e a flexibilização das medidas de isolamento social favorecem o avanço da confiança empresarial

Quem ganha

Os quatro setores que compõem os ICE: indústria, construção, comércio e serviços

Quem perde

A perspectiva de aquecimento do mercado de trabalho. A tendência é de uma recuperação lenta

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