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Como empresários e trabalhadores criticam fim da desoneração

Haddad garantiu que governo apresentará solução mais adequada. Medida beneficiava 17 setores da economia.

O veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que prorrogava a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia foi recebido com indignação por entidades empresariais.

Aprovado pelo Congresso em outubro, o projeto pretendia manter a contribuição para a Previdência Social de setores intensivos em mão de obra entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta. A política beneficia principalmente o setor de serviços, que responde por mais de 70% do PIB brasileiro.

Até 2011, a contribuição correspondia a 20% da folha de pagamento. Com o veto presidencial, esse cálculo voltará a ser aplicado em janeiro de 2024.

No início da manhã desta sexta-feira (24), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, garantiu que, apesar do veto, o governo apresentará “uma solução que nos pareça mais adequada”, e que a questão será pacificada.

Confira as reações

Empresários

  • Abert (rádio e TV): quer derrubar o veto e manter alíquota diferenciada para o setor;
  • Anfavea (automotivo): defende medidas que combatam o Custo Brasil, mas diz que a desoneração é de baixo impacto para o setor;
  • CBIC (construção civil): lamenta veto, que implicaria na redução de postos de trabalho;
  • Abimaq (máquinas e equipamentos): atuará para mostrar a importância da manutenção da desoneração.
  • A Rede de Associações Comerciais lamenta o veto à desoneração da folha de pagamento e passa a trabalhar para que o Congresso Nacional derrube esta decisão. 

Trabalhadores

  • CUT: questiona se a desoneração gerou empregos e diz que representa a retirada de recursos da Previdência Social;
  • ABIT (têxtil e confecção): lamenta veto e alerta sobre riscos para a indústria;
  • Confederação Nacional da Indústria (CNI): não vai se pronunciar sobre o tema.

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