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Comércio projeta prejuízo de R$ 11 bi com fase vermelha em São Paulo

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou na quarta-feira (3) que, diante do avanço da pandemia e da escassez de vagas nos hospitais, todo o estado entra na fase vermelha à meia-noite de sábado (6). A partir da data, apenas as atividades consideradas essenciais poderão funcionar nas próximas duas semanas.

Em nota, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) repercutiu a decisão estadual e apontou que sem fiscalização constante e intensiva das atividades clandestinas, principais fatores de disseminação do vírus na avaliação da entidade, a regressão de fase não terá a eficácia esperada.

Para a federação, a estimativa é que se essa reclassificação permanecer por todo mês de março, o comércio varejista paulista pode registrar perda média de R$ 11 bilhões – cifra semelhante aos impactos mensurados de recuo médio mensal de abril e maio de 2020, meses mais críticos da pandemia no ano passado. Na capital, a estimativa de perda média seria de R$ 6 bilhões no mês.

“Cabe ressaltar que, no entendimento da entidade, o comércio formal não é responsável pela proliferação do novo coronavírus, já que a flexibilização das regras de funcionamento desse setor existe desde agosto em diversas regiões do estado”, observou o comunicado.

“A FecomercioSP destaca ainda que, como entidade de representação, auxiliou desde o início da pandemia na construção dos protocolos sanitários para garantir a segurança de clientes e empregados, além de informar e orientar permanentemente os empresários de sua base sobre a necessidade do integral cumprimento das regras voltadas para a contenção da pandemia difundidas pelas autoridades”, completou o texto.

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