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Bolsa despenca e dólar ronda os R$ 4 com piora da guerra comercial

Bolsa despenca e dólar ronda os R$ 4 com piora da guerra comercial

O Ibovespa opera em forte queda no início desta semana, repercutindo o acirramento da disputa comercial entre os Estados Unidos e a China. Às 11h31 desta segunda-feira (13), o índice recuava 2,13%, aos 92.253 pontos, após ter caído 1,82% na semana passada. O dólar comercial subia 1,21%, negociado por R$ 3,99, depois de ter alcançado os R$ 4 na máxima do pregão.

As bolsas de valores globais despencam após o fracasso de mais uma rodada de negociações entre EUA e China, que continuam sem um acordo para pôr fim à guerra comercial. Os chineses anunciaram nesta segunda que estudam a imposição de tarifas sobre US$ 60 bilhões em produtos americanos, que valeriam a partir de 1º de junho. O presidente americano, Donald Trump, aumentou a taxação sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses na semana passada e já afirmou que o país pretende taxar outros US$ 325 bilhões em importações vindas da China. 

As cinco ações mais negociadas do dia operavam em baixa: preferenciais da Petrobras (-1,76%), Vale (-2,95%), Banco do Brasil (-2,63%), Itaú Unibanco (-1,57%) e Suzano (-3,75%).

Por que é importante
A guerra comercial entre EUA e China deixa o mercado apreensivo em relação ao futuro da economia global. Nesse contexto, os investidores buscam aplicações mais seguras e tiram dinheiro dos ativos de risco, como ações
Quem ganha
As ações da Estácio registravam a maior alta do dia: 0,56%, cotadas a R$ 28,66
Quem perde
As ações da CVC Brasil registravam a maior baixa do dia: -6,02%, cotadas a R$ 50,39

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