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Estabilização futura da Selic eleva patamar acima dos 105 mil

O Ibovespa fechou em forte alta de 2,04% nesta quinta-feira (4), aos 105.892 pontos. O dólar caiu 1,09%, cotado a R$ 5,22 no encerramento. Repercutiu diretamente nas negociações a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em elevar a Selic em 0,5 ponto percentual, a 13,75%. No entanto, diferente do que o mercado prevê, o Banco Central sinalizou que o ciclo de aperto monetário pode se manter na próxima reunião. Varejistas, construtoras e tecnológicas impulsionaram o índice para cima, além de Petrobras e bancos, que também terminaram a sessão no positivo. Lá fora, o Federal Reserve não deu indícios de que deve encerrar em breve o ciclo de aperto monetário nos Estados Unidos – muito menos de que começará a cortar os juros no ano que vem. Além disso, os mercados seguem de olho nos movimentos da China sobre Taiwan após a visita de Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, à ilha. Investidores também digeriram os dados de novos pedidos de auxílio-desemprego no país, que subiram na semana passada, a 260 mil.

As maiores altas foram da Méliuz (15,04%) e preferenciais da Gol (14,81%). As baixas, BRF (-2%) e Minerva Foods (-1,63%). Das cinco ações mais negociadas, quatro apresentaram evolução: Vale (-0,58%), preferenciais da Petrobras (0,97%), preferenciais do Bradesco (1,84%), preferenciais do Itaú Unibanco (2,43%) e Magazine Luiza (13,99%). O volume negociado foi de R$ 29,78 bilhões.

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